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Afetado pela enchente de 2024, acervo do Pão dos Pobres tem 800 itens recuperados; trabalho continua

GZH

O esforço de preservação da memória da Fundação O Pão dos Pobres, duramente atingida pela enchente de maio de 2024 em Porto Alegre, segue firme, graças a profissionais gabaritados e à ajuda de empresas apoiadoras.

Até agora, 798 itens do acervo foram recuperados. Entre eles, estão moedas do século 19, condecorações e medalhas, registros documentais, negativos fotográficos, antigas fotos e equipamentos históricos que ajudam a contar a trajetória centenária da entidade.

Também foi criado um repositório digital para ampliar as formas de conservação e o acesso aos arquivos, com mais de 2 mil imagens cadastradas.

O trabalho é viabilizado pelo projeto Um Pão para Partilhar, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Estado (Pró-Cultura RS), com patrocínio de Vero, CEEE Equatorial, Sulgás, Vitlog Transportes e Cia Zaffari.

A ação inclui a revitalização das fachadas internas e do piso de ladrilhos hidráulicos, este já concluído, sob o gerenciamento do arquiteto Lucas Volpatto, do Studio 1 Arquitetura.


História

O Pão dos Pobres é uma das mais tradicionais instituições sociais do Rio Grande do Sul, com mais de 130 anos de atuação voltada à educação e acolhimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.

O prédio foi projetado pelo arquiteto e artista Joseph Franz Lutzenberger, pai do ambientalista José Lutzenberger. É uma joia da cidade.


Leia a matéria completa no Link abaixo.

(Imagens: Marcelo Donadussi / Divulgação)


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